utfidelesinveniatur

Mostrando entradas con la etiqueta LOS CRISTERO. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta LOS CRISTERO. Mostrar todas las entradas

miércoles, 9 de agosto de 2023

Gloriosos martírios da Guerra Cristero no México (1926-1929)


Observação. As Ilhas Marías foram descobertas no século XVI por Diego García Colio e Juan de Villagómez no final de 1526 ou início de 1527. São quatro ilhas. Eles estão localizados a cerca de 112 km do porto de San Blas Nayarit, no Oceano Pacífico, foram os mesmos descobridores que deram nomes às ilhas.

A maior das ilhas é chamada María Madre (145.282 km²) tem uma altura máxima de 616 m de altitude, e abrigou a Colônia Penal Federal Islas Marías estabelecida em 1905 e suprimida em 2019. As outras maiores ilhas são María Magdalena (70,44 km²), María Cleofás (19.818 km²) e San Juanito (9.105 km²); a área total das ilhas é de 244,97 km².2 Em 2010 foram declaradas pela UNESCO como reserva da biosfera.

Nas Ilhas Marias

Um dos martírios idealizados pelos perseguidores romanos contra os cristãos da Igreja primitiva, e que apesar do esquecimento ou ignorância em que muitos dos nomes daqueles gloriosos heróis do cristianismo permaneceram, a história se acumulou em um balão e, referindo-se a futuros gerações, para maior esplendor da Igreja Católica, é o rebaixamento dos cristãos ao árduo trabalho das minas em países distantes, unicamente pelo crime de adorar a Jesus Cristo como Deus, Rei e Senhor do mundo. Esses tiranos, muitas vezes quando um cristão de grande estima caía em seu poder por sua virtude ou posição na Igreja, como o Romano Pontífice, acrescentavam ao banimento e punição dos trabalhos forçados, a crueldade feroz de cortar os tendões de seu tendão esquerdo, de modo que, devido à claudicação e inutilidade da perna, o trabalho era mais doloroso, embora declarassem publicamente que essa tortura era para evitar que o cristão condenado à mina escapasse facilmente. Sempre mentiras e hipocrisia! Sinal indubitável de ação diabólica! Os tiranos mexicanos, a cujo crédito nada podemos atribuir, por menor que seja, da grandeza material dos falsificadores daquele grande Império Romano, igualaram-nos e muitas vezes os superaram em sadismo e brutalidade. E não devemos nos surpreender com isso, pois uma das aspirações ilusórias do comunismo moderno é o ódio à civilização, e o retorno das sociedades à era da barbárie, de onde foi trazida ao mundo a doutrina de Cristo, aplicada e ensinada por a Igreja Católica. embora tenham declarado publicamente que essa tortura era para evitar que o cristão condenado à mina escapasse facilmente. Sempre mentiras e hipocrisia! Sinal indubitável de ação diabólica! Os tiranos mexicanos, a quem nada podemos atribuir, por menor que seja, da grandeza material dos falsificadores desse grande Império Romano, igualaram-nos e muitas vezes os superaram em sadismo e brutalidade. E não devemos nos surpreender com isso, pois uma das aspirações ilusórias do comunismo moderno é o ódio à civilização, e o retorno das sociedades à era da barbárie, de onde foi trazida ao mundo a doutrina de Cristo, aplicada e ensinada por a Igreja Católica. embora tenham declarado publicamente que essa tortura era para evitar que o cristão condenado à mina escapasse facilmente. Sempre mentiras e hipocrisia! Sinal indubitável de ação diabólica! Os tiranos mexicanos, a quem nada podemos atribuir, por menor que seja, da grandeza material dos falsificadores desse grande Império Romano, igualaram-nos e muitas vezes os superaram em sadismo e brutalidade. E não devemos nos surpreender com isso, pois uma das aspirações ilusórias do comunismo moderno é o ódio à civilização, e o retorno das sociedades à era da barbárie, de onde foi trazida ao mundo a doutrina de Cristo, aplicada e ensinada por a Igreja Católica. Sempre mentiras e hipocrisia! Sinal indubitável de ação diabólica! Os tiranos mexicanos, a quem nada podemos atribuir, por menor que seja, da grandeza material dos falsificadores desse grande Império Romano, igualaram-nos e muitas vezes os superaram em sadismo e brutalidade. E não devemos nos surpreender com isso, pois uma das aspirações ilusórias do comunismo moderno é o ódio à civilização, e o retorno das sociedades à era da barbárie, de onde foi trazida ao mundo a doutrina de Cristo, aplicada e ensinada por a Igreja Católica. Sempre mentiras e hipocrisia! Sinal indubitável de ação diabólica! Os tiranos mexicanos, a quem nada podemos atribuir, por menor que seja, da grandeza material dos falsificadores desse grande Império Romano, igualaram-nos e muitas vezes os superaram em sadismo e brutalidade. E não devemos nos surpreender com isso, pois uma das aspirações ilusórias do comunismo moderno é o ódio à civilização, e o retorno das sociedades à era da barbárie, de onde foi trazida ao mundo a doutrina de Cristo, aplicada e ensinada por a Igreja Católica. eles os igualaram e muitas vezes os superaram em sadismo e brutalidade. E não devemos nos surpreender com isso, pois uma das aspirações ilusórias do comunismo moderno é o ódio à civilização, e o retorno das sociedades à era da barbárie, de onde foi trazida ao mundo a doutrina de Cristo, aplicada e ensinada por a Igreja Católica. eles os igualaram e muitas vezes os superaram em sadismo e brutalidade. E não devemos nos surpreender com isso, pois uma das aspirações ilusórias do comunismo moderno é o ódio à civilização, e o retorno das sociedades à era da barbárie, de onde foi trazida ao mundo a doutrina de Cristo, aplicada e ensinada por a Igreja Católica.

Os comunistas da primeira hora, como Weishaupt, Babeuf, Bakunin, Marx e outros de sua espécie, afirmam seriamente em seus escritos e pregações que o triunfo do comunismo será marcado pela destruição de cidades, obras de arte, de idéias religiosas, da propriedade individual, do respeito pela pessoa humana e, numa palavra, de tudo o que constitui a ordem, nascida das ideias cristãs. E se na Rússia de hoje não atingiu tal enormidade, é porque o comunismo de Stalin, Litvinoff, Molotov e comparsas, do comunismo autêntico, conserva apenas a essência, a própria substância do ataque à ideia cristã, da destruição do ordem moral cristã; e nos disfarces com que se cobriram os partidários da revolução comunista, fizeram tais mudanças que se tornou um capitalismo, muito mais feroz do que o capitalismo liberal, mas ainda assim o capitalismo. A escravatura dos campos de concentração dedicados ao trabalho forçado já é conhecida de todos aqueles que voluntariamente não fecham os olhos e os ouvidos aos testemunhos que nos chegam dessa mesma infeliz Rússia e dos seus países satélites. O comunismo mexicano do tempo de Calles, como já ouvimos do testemunho de um estrangeiro, o Sr. Francis MacCullagh, estava enchendo as prisões das cidades de católicos, cujo único crime era ter assistido à missa ou feito alguma outra manifestação de sendo católicos, dentro de suas casas, cujas garantias constitucionais foram vergonhosamente violadas por aqueles que se diziam defensores e cumpridores da lei. A escravatura dos campos de concentração dedicados ao trabalho forçado já é conhecida de todos aqueles que voluntariamente não fecham os olhos e os ouvidos aos testemunhos que nos chegam dessa mesma infeliz Rússia e dos seus países satélites. O comunismo mexicano do tempo de Calles, como já ouvimos do testemunho de um estrangeiro, o Sr. Francis MacCullagh, estava enchendo as prisões das cidades de católicos, cujo único crime era ter assistido à missa ou feito alguma outra manifestação de sendo católicos, dentro de suas casas, cujas garantias constitucionais foram vergonhosamente violadas por aqueles que se diziam defensores e cumpridores da lei. A escravatura dos campos de concentração dedicados ao trabalho forçado já é conhecida de todos aqueles que voluntariamente não fecham os olhos e os ouvidos aos testemunhos que nos chegam dessa mesma infeliz Rússia e dos seus países satélites. O comunismo mexicano do tempo de Calles, como já ouvimos do testemunho de um estrangeiro, o Sr. Francis MacCullagh, estava enchendo as prisões das cidades de católicos, cujo único crime era ter assistido à missa ou feito alguma outra manifestação de sendo católicos, dentro de suas casas, cujas garantias constitucionais foram vergonhosamente violadas por aqueles que se diziam defensores e cumpridores da lei. já é do conhecimento de todos aqueles que voluntariamente não fecham os olhos e os ouvidos aos testemunhos que nos chegam dessa mesma infeliz Rússia e dos seus países satélites. O comunismo mexicano do tempo de Calles, como já ouvimos do testemunho de um estrangeiro, o Sr. Francis MacCullagh, estava enchendo as prisões das cidades de católicos, cujo único crime era ter assistido à missa ou feito alguma outra manifestação de sendo católicos, dentro de suas casas, cujas garantias constitucionais foram vergonhosamente violadas por aqueles que se diziam defensores e cumpridores da lei. já é do conhecimento de todos aqueles que voluntariamente não fecham os olhos e os ouvidos aos testemunhos que nos chegam dessa mesma infeliz Rússia e dos seus países satélites. O comunismo mexicano do tempo de Calles, como já ouvimos do testemunho de um estrangeiro, o Sr. Francis MacCullagh, estava enchendo as prisões das cidades de católicos, cujo único crime era ter assistido à missa ou feito alguma outra manifestação de sendo católicos, dentro de suas casas, cujas garantias constitucionais foram vergonhosamente violadas por aqueles que se diziam defensores e cumpridores da lei.  E um belo dia, 8 de maio de 1929, espalhou-se entre os católicos aflitos a notícia de que aqueles "criminosos" que tinham ouvido a missa e rezado o rosário, e assim estavam confinados nos cárceres da capital, iam ser levados à corda, como os verdadeiros assassinos e ladrões, para a prisão de Islas Marías. Entre aqueles ilustres presos por Cristo e sua causa, havia pessoas de todas as classes sociais, idosos, jovens profissionais, futuros estudantes, senhoras, jovens acostumadas a outro tipo de vida que não aquela que levavam, talvez por meses, no células infectadas de delegacias ou inspeções policiais. Aquelas masmorras foram durante aqueles longos meses um teatro glorioso de paciência, caridade, humildade, piedade sincera e coragem cristã, que infunde fé e amor por Jesus Cristo nos corações. Nada, nem uma apostasia, nem uma fraqueza em aderir às ímpias propostas dos carrascos e carcereiros, havia desonrado aquela legião de verdadeiros discípulos de Cristo. Seus nomes? ¡Oh! Não tenho a lista completa deles, e por nada neste mundo gostaria de omitir destas páginas, para parecer desprezível, apenas um deles. Deus os conhece a todos, mas terei de me contentar apenas com os que aparecem expressamente nos relatos fragmentários que possuo. Mas o que digo em louvor destes pode e deve ser aplicado a todos aqueles que sofreram o mesmo martírio. Às doze horas da noite de 8 de maio de 1929, os chefes das prisões deram ordem a todos os presos católicos, para se prepararem para partir em viagem, porque os levariam para a prisão de Islas Marías, por decreto dos que cumprem a lei, embora sem processo prévio, nem sentença do juiz, nem nada que a própria lei, apesar de tão desastrosa, impeça de garantir os presos. E o comboio partiu de trem, cujo destino final era o porto de Manzanillo. Ao passar pelas estações ferroviárias, apanhava outros católicos, igualmente presos por meses, pelos mesmos crimes, nas prisões estaduais. Na Corda que saiu do México estava entre outras a famosa Madre Concepción de la Llata. Em Guadalajara juntou-se a ele três dessas heroínas das brigadas femininas, das quais já falei: as senhoras Adela López, Trinidad Preciado e María de Jesús Vargas, que já traziam em seus corpos virginais as cicatrizes das feridas causadas pelo tormentos bárbaros  a ser apresentado pelo Coronel Rafael Rubio, Inspetor de Polícia da capital de Jalisco. ¡Dona Preciado havia perdido a consciência três dias antes em um daqueles tormentos, e para tirá-la da prisão, seus carrascos conseguiram fazê-la voltar a si, com um procedimento que ninguém havia usado até então... movendo-a como uma louca cachorros! nos braços e nas pernas! O trem continuou seu caminho e em todas as estações os prisioneiros católicos subiam, e subiam sem parar. Em Colima, onde o comboio chegou por volta das três da tarde, levaram a senhora María del Carmen Cruz da cidade de Cómala. Em Coquimatlán a senhora Marciana Contreras de San Jerónimo, e as senhoras María Salomé Ortega e Marcelina Camarena e o jovem Urbano Rocha. Imediatamente, todos eles alegres como os apóstolos de Cristo,

À meia-noite a corda chegou ao porto de Manzanillo. Lá os esperava outra prisão infectada, enquanto chegava o vapor Washington, que os recebeu em seus porões fétidos e úmidos até o dia 13. Às doze horas desse dia, entre duas filas de soldados, tinham chegado ao cais, e toda a vila os esperava, para lhes dar uma demonstração de despedida, que não pôde deixar de os emocionar e produzir nos capangas de a tirania de Callista, a fúria mais terrível. "Adeus, abençoados soldados de Cristo!" "Adeus, abençoados mártires que sofrem por Cristo Rei!”… "Adeus adeus. . .!" '- Que o Senhor lhe dê forças para sofrer por Ele! . . . Bye Bye...!".

Eram quatro da tarde do dia 14 de maio, quando o vapor atracou no cais da Isla María Madre, e imediatamente foram conduzidos a um jacalón, antecâmara da prisão. Não era a primeira vez que aquela triste prisão recebia cordéis dos católicos. De 29 de maio de 1927 a 24 de julho do mesmo ano, treze católicos foram confinados ali, incluindo dois idosos. E é de uma carta de um deles que vou tirar os seguintes trechos, para dar uma ideia do que ali sofreram os mártires. “No domingo, 29 de maio, acordamos”, diz ele, “em frente à Isla María Madre, e às nove da manhã nos tiraram do barco e nos levaram para o cais onde nos mantiveram até o meio-dia…" Eles foram finalmente levados para o jacalón, juntos e mexidos com outros criminosos; e a carta continua: Percebi que o destino era a cadeia. Era um pedaço de quatro metros de cada lado; a parede formada por pedras pontiagudas, escura, úmida e com muita lama e pedras embaixo; a aglomeração produzia um calor sufocante... Não comíamos desde o dia anterior. . . Passamos aquela noite em nosso barraco, amontoados, sem cobertores e sem roupas, como estávamos. . . No dia seguinte, às quatro da manhã, ouviu-se o revéille, e ouviram-se vozes que diziam: levantem-se, malandros, a boa vida acabou. Nos formamos e fomos para o rancho, que também não pegamos. O director mandou-nos ir à casa de banho... tiraram-nos essa manhã de férias... Às três da tarde levaram-nos a carregar adobes, que pesavam 25 quilos cada um. . . a distância é de mais de seiscentos metros. . . Era aquela tarde terrível; Cada um tinha que carregar dois adobes, e a trote de coiote, com os capatazes vigiando e espancando quem não conseguisse. . . Todos pensávamos que íamos morrer ali; não tínhamos permissão para beber água, muito menos descansar; tudo era tristeza, sofrimento, angústia; Nem mesmo alguém se lembrava de que ele vivera na boa sociedade, no seio de uma família honrada; desde então a noção de homens acabou; tornou-se o dos párias, dos brutos... o prisioneiro que ousava falar era espancado e insultado; o indivíduo que não podia descansar com os adobes, era chicoteado e obrigado a carregar três, e assim aumentava a carga, tantas vezes quanto descansava. . . Para nós, os insultos não faltavam... O capataz me disse: Olá, fifi fanático; vem mesmo, ¡Vejamos se é a mesma coisa estar com os padres do que trabalhar! . . . A Lic...  (um velho) não podia mais carregar os tijolos de adobe no ombro, e os carregava apoiado na cintura. O Sr. D. Juan já tinha uma ferida no pescoço...; às 5 da tarde não dava mais para andar, isso era péssimo. No dia seguinte, às quatro da manhã, novamente aos adobes; Não conseguíamos nem levantar por causa da dor em nossos corpos. Depois o tempo era mais longo do que no dia anterior, porque trabalhávamos sem parar até às doze... e assim duramos até quarta-feira, quando mudaram o nosso trabalho para compor um caminho, que talvez fosse pior: tratava-se de trabalhar com picaretas e pás para levantar pedras", etc.

Naturalmente, todos esses trabalhos só poderiam ser assumidos por homens. Quanto às mulheres, destinavam-se a cozinhar comida para os presos, misturados com a nata dos canalhas do seu sexo, ali confinados por outros crimes enormes. Outros, mesmo da melhor condição social, foram transformados em servidores de funcionários do governo, naquela horrível prisão. Esses empregos só tiveram de ser superados na Rússia de nossos dias, onde até freiras católicas e missionárias, de países onde o comunismo domina, são deportadas e encerradas em campos de concentração na Sibéria, e são obrigadas a trabalhar como homens, fazendo-as carregar cargas extremamente trilhos pesados ​​em seus ombros fracos, para a construção de pontes, etc. Quando os acordos entre o Governo e os Prelados foram finalmente realizados, Suas Excelências. Senhor. Ruiz e Díaz, os deportados voltaram para suas casas exaustos, doentes, tristes e angustiados por não terem alcançado a verdadeira paz com seus sofrimentos sem precedentes. que eles desejaram com todas as suas almas, pela causa de Cristo Rei.

¡E quem sabe! Talvez este tenha sido, pelo menos para alguns deles, um martírio mais doloroso do que todos os que sofreram durante tantos meses nas Ilhas Marías.

  

martes, 8 de agosto de 2023

Glorieux martyres de la guerre des Cristero au Mexique (1926-1929)



Note. Les îles Marías ont été découvertes au XVIe siècle par Diego García Colio et Juan de Villagómez à la fin de 1526 ou au début de 1527. Il y a quatre îles. Elles sont situées à environ 112 km du port de San Blas Nayarit dans l'océan Pacifique, ce sont les mêmes découvreurs qui ont donné leurs noms aux îles.

La plus grande des îles, María Madre (145 282 km2), culmine à 616 m d'altitude et abrite la colonie pénitentiaire fédérale Islas Marías, Maria Cleopas (19 818 km2) et San Juanito (9 105 km2) ; La superficie totale des îles est de 244,97 km2.2 En 2010, elles ont été déclarées par l'UNESCO comme réserve de biosphère.

Dans les îles Marias

L'un des martyres imaginés par les persécuteurs romains contre les chrétiens de l'Église primitive, et que malgré l'oubli ou l'ignorance dans lesquels sont restés bien des noms de ces glorieux héros du christianisme, l'histoire s'est recueillie dans un ballon, et se référant à l'avenir générations, pour la plus grande splendeur de l'Église catholique, c'est la relégation des chrétiens au dur labeur des mines dans les pays lointains, uniquement pour le crime d'adorer Jésus-Christ comme Dieu, Roi et Seigneur du monde. Ces tyrans, souvent lorsqu'un chrétien de grande estime tombait en leur pouvoir pour leur vertu ou leur position dans l'Église, comme le Pontife romain, ajoutaient au bannissement et à la punition du travail forcé, la cruauté féroce de couper les tendons de leur ischio-jambier gauche, de sorte que, en raison de la boiterie et de l'inutilité de sa jambe, le travail était plus pénible, bien qu'ils aient déclaré publiquement que ce supplice était pour empêcher le chrétien condamné à la mine de s'échapper facilement. Toujours des mensonges et de l'hypocrisie! Signe incontestable d'action diabolique! Les tyrans mexicains, au crédit desquels on ne trouve même rien, si peu soit-il, de la grandeur matérielle des faussaires de ce grand empire romain, les égalèrent et les surpassèrent bien des fois en sadisme et en brutalité. Et il ne faut pas s'en étonner, puisque l'une des aspirations illusoires du communisme moderne est la haine de la civilisation, et le retour des sociétés à l'ère de la barbarie, d'où la doctrine du Christ a été portée au monde, appliquée et enseignée par l'église catholique. bien qu'ils aient déclaré publiquement que ce supplice devait empêcher le chrétien condamné à la mine de s'en sortir facilement. Toujours des mensonges et de l'hypocrisie! Signe incontestable d'action diabolique! Les tyrans mexicains, au crédit desquels on ne trouve même rien, si peu soit-il, de la grandeur matérielle des faussaires de ce grand empire romain, les égalèrent et les surpassèrent bien des fois en sadisme et en brutalité. Et il ne faut pas s'en étonner, puisque l'une des aspirations illusoires du communisme moderne est la haine de la civilisation, et le retour des sociétés à l'ère de la barbarie, d'où la doctrine du Christ a été portée au monde, appliquée et enseignée par l'église catholique. bien qu'ils aient déclaré publiquement que ce supplice devait empêcher le chrétien condamné à la mine de s'en sortir facilement. Toujours des mensonges et de l'hypocrisie! Signe incontestable d'action diabolique! Les tyrans mexicains, au crédit desquels on ne trouve même rien, si peu soit-il, de la grandeur matérielle des faussaires de ce grand empire romain, les égalèrent et les surpassèrent bien des fois en sadisme et en brutalité. Et il ne faut pas s'en étonner, puisque l'une des aspirations illusoires du communisme moderne est la haine de la civilisation, et le retour des sociétés à l'ère de la barbarie, d'où la doctrine du Christ a été portée au monde, appliquée et enseignée par l'église catholique. Toujours des mensonges et de l'hypocrisie! Signe incontestable d'action diabolique! Les tyrans mexicains, au crédit desquels on ne trouve même rien, si peu soit-il, de la grandeur matérielle des faussaires de ce grand empire romain, les égalèrent et les surpassèrent bien des fois en sadisme et en brutalité. Et il ne faut pas s'en étonner, puisque l'une des aspirations illusoires du communisme moderne est la haine de la civilisation, et le retour des sociétés à l'ère de la barbarie, d'où la doctrine du Christ a été portée au monde, appliquée et enseignée par l'église catholique. Toujours des mensonges et de l'hypocrisie! Signe incontestable d'action diabolique! Les tyrans mexicains, au crédit desquels on ne trouve même rien, si peu soit-il, de la grandeur matérielle des faussaires de ce grand empire romain, les égalèrent et les surpassèrent bien des fois en sadisme et en brutalité. Et il ne faut pas s'en étonner, puisque l'une des aspirations illusoires du communisme moderne est la haine de la civilisation, et le retour des sociétés à l'ère de la barbarie, d'où la doctrine du Christ a été portée au monde, appliquée et enseignée par l'église catholique. ils les égalaient et souvent les dépassaient en sadisme et en brutalité. Et il ne faut pas s'en étonner, puisque l'une des aspirations illusoires du communisme moderne est la haine de la civilisation, et le retour des sociétés à l'ère de la barbarie, d'où la doctrine du Christ a été portée au monde, appliquée et enseignée par l'église catholique. ils les égalaient et souvent les dépassaient en sadisme et en brutalité. Et il ne faut pas s'en étonner, puisque l'une des aspirations illusoires du communisme moderne est la haine de la civilisation, et le retour des sociétés à l'ère de la barbarie, d'où la doctrine du Christ a été portée au monde, appliquée et enseignée par l'église catholique. puisque l'une des aspirations illusoires du communisme moderne est la haine de la civilisation, et le retour des sociétés à l'ère de la barbarie, à partir de laquelle la doctrine du Christ a été portée au monde, appliquée et enseignée par l'Église catholique. ils les égalaient et souvent les dépassaient en sadisme et en brutalité. Et il ne faut pas s'en étonner, puisque l'une des aspirations illusoires du communisme moderne est la haine de la civilisation, et le retour des sociétés à l'ère de la barbarie, d'où la doctrine du Christ a été portée au monde, appliquée et enseignée par l'église catholique. puisque l'une des aspirations illusoires du communisme moderne est la haine de la civilisation, et le retour des sociétés à l'ère de la barbarie, à partir de laquelle la doctrine du Christ a été portée au monde, appliquée et enseignée par l'Église catholique. ils les égalaient et souvent les dépassaient en sadisme et en brutalité. Et il ne faut pas s'en étonner, puisque l'une des aspirations illusoires du communisme moderne est la haine de la civilisation, et le retour des sociétés à l'ère de la barbarie, d'où la doctrine du Christ a été portée au monde, appliquée et enseignée par l'église catholique.

Les communistes de la première heure, tels que Weishaupt, Babeuf, Bakounine, Marx et autres de leur espèce, affirment sérieusement dans leurs écrits et leurs prédications que le triomphe du communisme sera marqué par la destruction des villes, des œuvres d'art, des idées religieuses , de la propriété individuelle, du respect de la personne humaine et, en un mot, de tout ce qui constitue l'ordre, né des idées chrétiennes. Et si en Russie aujourd'hui elle n'a pas atteint une telle énormité, c'est parce que le communisme de Staline, Litvinoff, Molotov et confrères, du communisme authentique, ne conserve que l'essence, la substance même de l'attaque contre l'idée chrétienne, de la destruction du ordre moral chrétien; et dans les déguisements dont se couvraient les partisans de la révolution communiste, ils ont opéré de tels changements qu'elle est devenue un capitalisme, bien plus féroce que le capitalisme libéral, mais capitalisme quand même. L'esclavage des camps de concentration voués au travail forcé est déjà connu de tous ceux qui volontairement ne ferment pas les yeux et les oreilles aux témoignages qui nous parviennent de cette même infortunée Russie et de ses pays satellites. Le communisme mexicain du temps de Calles, comme nous l'avons déjà entendu du témoignage d'un étranger, M. Francis MacCullagh, remplissait les prisons des villes de catholiques, dont le seul crime était d'avoir assisté à la messe ou d'avoir fait quelque autre manifestation de étant catholiques, jusque dans leurs foyers, dont les garanties constitutionnelles ont été violées sans vergogne par ceux qui se prétendaient respectueux et défenseurs des lois. L'esclavage des camps de concentration voués au travail forcé est déjà connu de tous ceux qui volontairement ne ferment pas les yeux et les oreilles aux témoignages qui nous parviennent de cette même infortunée Russie et de ses pays satellites. Le communisme mexicain du temps de Calles, comme nous l'avons déjà entendu du témoignage d'un étranger, M. Francis MacCullagh, remplissait les prisons des villes de catholiques, dont le seul crime était d'avoir assisté à la messe ou d'avoir fait quelque autre manifestation de étant catholiques, jusque dans leurs foyers, dont les garanties constitutionnelles ont été violées sans vergogne par ceux qui se prétendaient respectueux et défenseurs des lois. L'esclavage des camps de concentration voués au travail forcé est déjà connu de tous ceux qui volontairement ne ferment pas les yeux et les oreilles aux témoignages qui nous parviennent de cette même infortunée Russie et de ses pays satellites. Le communisme mexicain du temps de Calles, comme nous l'avons déjà entendu du témoignage d'un étranger, M. Francis MacCullagh, remplissait les prisons des villes de catholiques, dont le seul crime était d'avoir assisté à la messe ou d'avoir fait quelque autre manifestation de étant catholiques, jusque dans leurs foyers, dont les garanties constitutionnelles ont été violées sans vergogne par ceux qui se prétendaient respectueux et défenseurs des lois. elle est déjà connue de tous ceux qui volontairement ne ferment pas les yeux et les oreilles aux témoignages qui nous parviennent de cette même infortunée Russie et de ses pays satellites. Le communisme mexicain du temps de Calles, comme nous l'avons déjà entendu du témoignage d'un étranger, M. Francis MacCullagh, remplissait les prisons des villes de catholiques, dont le seul crime était d'avoir assisté à la messe ou d'avoir fait quelque autre manifestation de étant catholiques, jusque dans leurs foyers, dont les garanties constitutionnelles ont été violées sans vergogne par ceux qui se prétendaient respectueux et défenseurs des lois. elle est déjà connue de tous ceux qui volontairement ne ferment pas les yeux et les oreilles aux témoignages qui nous parviennent de cette même infortunée Russie et de ses pays satellites. Le communisme mexicain du temps de Calles, comme nous l'avons déjà entendu du témoignage d'un étranger, M. Francis MacCullagh, remplissait les prisons des villes de catholiques,  Et un beau jour, le 8 mai 1929, le bruit se répandit parmi les catholiques affligés que ces "criminels" qui avaient entendu la messe et récité le chapelet, et étaient ainsi enfermés dans les geôles de la capitale, allaient être emmenés à la corde, comme les vrais assassins et voleurs, à la prison Islas Marías. Parmi ces illustres prisonniers pour le Christ et sa cause, il y avait des gens de toutes les classes sociales, des personnes âgées, des jeunes actifs, des futurs étudiants, des dames, des demoiselles habituées à un autre genre de vie que celle qu'elles menaient, peut-être depuis des mois, dans le les cellules infectées des commissariats ou des inspections de police. Ces cachots avaient été pendant ces longs mois un théâtre glorieux de patience, de charité, d'humilité, de pitié sincère et de courage chrétien, qui instille dans les cœurs la foi et l'amour de Jésus-Christ. Rien, pas une apostasie, pas une faiblesse en accédant aux propositions impies des bourreaux et des geôliers, avait déshonoré cette légion de vrais disciples du Christ. Leurs noms? Oh! Je n'en ai pas la liste complète, et pour rien au monde je ne voudrais omettre de ces pages, pour paraître méprisable, un seul d'entre eux. Dieu les connaît tous, mais je n'aurai à me contenter que de ceux qui figurent expressément dans les récits fragmentaires que je possède. Mais ce que je dis à leur éloge peut et doit s'appliquer à tous ceux qui ont subi le même martyre. A midi dans la nuit du 8 mai 1929, les chefs des prisons donnèrent l'ordre à tous les prisonniers catholiques, de se préparer à partir en voyage, car ils allaient les emmener à la prison des Islas Marías, par décret de ceux qui respectent la loi, bien que sans aucune procédure préalable, ni condamnation d'un juge, ni rien que la loi elle-même, bien qu'elle soit si désastreuse, empêche de garantir les prisonniers. Et le convoi est parti en train, dont la destination finale était le port de Manzanillo. En passant par les gares, il ramassait d'autres catholiques, également emprisonnés pendant des mois, pour les mêmes crimes, dans les prisons d'État. Dans la Corde qui a quitté le Mexique se trouvait entre autres la célèbre Mère Concepción de la Llata. À Guadalajara, il fut rejoint par trois de ces héroïnes des brigades féminines, dont j'ai déjà parlé : les dames Adela López, Trinidad Preciado et María de Jesús Vargas, qui portaient déjà sur leur corps virginal les cicatrices des blessures causées par le tourments barbares, qui sera soumis par le colonel Rafael Rubio, inspecteur de police de la capitale de Jalisco. ¡Miss Preciado avait perdu connaissance trois jours auparavant dans l'un de ces supplices, et pour la faire sortir de prison, ses bourreaux ont réussi à la faire revenir, avec un procédé que personne n'avait utilisé jusqu'alors... la déplaçant comme chiens enragés !, dans les bras et les jambes ! Le train continuait sa route et dans toutes les gares les prisonniers catholiques montaient, montaient sans fin. À Colima, où le convoi est arrivé vers trois heures de l'après-midi, ils ont emmené Mme María del Carmen Cruz de la ville de Cómala. À Coquimatlán Mme Marciana Contreras de San Jerónimo, et les dames María Salomé Ortega et Marcelina Camarena et le jeune Urbano Rocha. Immédiatement, tous joyeux comme les apôtres du Christ, ses bourreaux ont réussi à la faire revenir, avec un procédé que personne n'avait utilisé jusqu'alors... la déplaçant comme des chiens enragés !, dans les bras et les jambes ! Le train continuait sa route et dans toutes les gares les prisonniers catholiques montaient, montaient sans fin. À Colima, où le convoi est arrivé vers trois heures de l'après-midi, ils ont emmené Mme María del Carmen Cruz de la ville de Cómala. À Coquimatlán Mme Marciana Contreras de San Jerónimo, et les dames María Salomé Ortega et Marcelina Camarena et le jeune Urbano Rocha. Immédiatement, tous joyeux comme les apôtres du Christ, ses bourreaux ont réussi à la faire revenir, avec un procédé que personne n'avait utilisé jusqu'alors... la déplaçant comme des chiens enragés !, dans les bras et les jambes ! Le train continuait sa route et dans toutes les gares les prisonniers catholiques montaient, montaient sans fin. À Colima, où le convoi est arrivé vers trois heures de l'après-midi, ils ont emmené Mme María del Carmen Cruz de la ville de Cómala. À Coquimatlán Mme Marciana Contreras de San Jerónimo, et les dames María Salomé Ortega et Marcelina Camarena et le jeune Urbano Rocha. Immédiatement, tous joyeux comme les apôtres du Christ, et monter à l'infini. À Colima, où le convoi est arrivé vers trois heures de l'après-midi, ils ont emmené Mme María del Carmen Cruz de la ville de Cómala. À Coquimatlán Mme Marciana Contreras de San Jerónimo, et les dames María Salomé Ortega et Marcelina Camarena et le jeune Urbano Rocha. Immédiatement, tous joyeux comme les apôtres du Christ, et monter à l'infini. À Colima, où le convoi est arrivé vers trois heures de l'après-midi, ils ont emmené Mme María del Carmen Cruz de la ville de Cómala. À Coquimatlán Mme Marciana Contreras de San Jerónimo, et les dames María Salomé Ortega et Marcelina Camarena et le jeune Urbano Rocha. Immédiatement, tous joyeux comme les apôtres du Christ,

A minuit, la corde est arrivée au port de Manzanillo. Là, une autre prison infectée les attendait, tandis qu'arrivait le paquebot Washington, qui les reçut dans ses cales malodorantes et humides jusqu'au 13. A midi ce jour-là, entre deux lignes de soldats, ils étaient arrivés au quai, et toute la ville les attendait, pour leur faire une démonstration d'adieu, qui ne put que les émouvoir et produire dans les sbires de la tyrannie callista, la fureur la plus terrifiante. « Adieu, soldats bénis du Christ ! "Adieu, bienheureux martyrs qui souffrent pour le Christ-Roi !" … "Bye Bye. . .!" '- Que le Seigneur vous donne la force de souffrir pour Lui! . . . Bye bye...!".

Il était quatre heures de l'après-midi du 14 mai lorsque le bateau à vapeur a accosté à l'embarcadère d'Isla María Madre, et immédiatement ils ont été emmenés dans un jacalón, une antichambre de la prison. Ce n'était pas la première fois que cette triste prison recevait des ficelles de catholiques. Du 29 mai 1927 au 24 juillet de la même année, treize catholiques y avaient été internés, dont deux personnes âgées. Et c'est d'une lettre de l'un d'eux que je vais tirer les extraits suivants, pour donner une idée de ce que les martyrs y ont subi. "Le dimanche 29 mai, nous nous sommes réveillés", dit-il, "devant Isla María Madre, et à neuf heures du matin, ils nous ont fait descendre du bateau et nous ont emmenés au quai où ils nous ont gardés jusqu'à midi. ." Ils ont finalement été emmenés au jacalón, ensemble et mêlés à d'autres criminels; et la lettre continue : J'ai réalisé que la destination était la prison. C'était un morceau de quatre mètres de côté; le mur formé de pierres pointues, sombre, humide et avec beaucoup de boue et de pierres en dessous ; l'agglomération produisait une chaleur suffocante... Nous n'avions pas mangé depuis la veille. . . Nous avons passé cette nuit dans notre cabane, blottis les uns contre les autres, sans couvertures ni vêtements, tels que nous étions. . . Le lendemain à quatre heures du matin on entendit le réveil, et on entendit des voix dire : levez-vous, coquins, la belle vie est finie. Nous nous sommes formés et sommes allés au ranch, que nous n'avons pas pris non plus. Le directeur nous a ordonné d'aller aux toilettes... ils nous ont eu ce matin-là en vacances... A trois heures de l'après-midi ils nous ont emmenés charger des adobes qui pesaient chacun 25 kilos. . . la distance est de plus de six cents mètres. . . C'était ce terrible après-midi; Chacun devait porter deux adobes, et au trot du coyote, les contremaîtres surveillant et battant ceux qui ne pouvaient pas le faire. . . Nous pensions tous que nous allions mourir là-bas ; nous n'avions pas le droit de boire de l'eau, encore moins de nous reposer; tout était tristesse, souffrance, angoisse; Personne même ne se souvenait qu'il avait vécu dans le bon monde, au sein d'une famille honorable; depuis lors, la notion d'hommes est révolue; elle devint celle des parias, des brutes... le prisonnier qui osait parler était battu à terre et insulté; l'individu qui ne pouvait se reposer avec les adobes, était fouetté et forcé d'en porter trois, et augmentait ainsi la charge, autant de fois qu'il se reposait. . . Pour nous, les insultes abondaient... Le contremaître m'a dit: Bonjour, fifi fanatique ; venez voir, Voyons si c'est la même chose d'être avec les prêtres que de travailler! . . . Le Lic... avec les contremaîtres qui surveillaient et frappaient ceux qui ne pouvaient pas le faire. . . Nous pensions tous que nous allions mourir là-bas ; nous n'avions pas le droit de boire de l'eau, encore moins de nous reposer ; tout était tristesse, souffrance, angoisse; Personne même ne se souvenait qu'il avait vécu dans le bon monde, au sein d'une famille honorable ; depuis lors, la notion d'hommes est révolue; elle devint celle des parias, des brutes... le prisonnier qui osait parler était battu à terre et insulté ; l'individu qui ne pouvait se reposer avec les adobes, était fouetté et forcé d'en porter trois, et augmentait ainsi la charge, autant de fois qu'il se reposait. . . Pour nous, les insultes abondaient... Le contremaître m'a dit : Bonjour, fifi fanatique ; venez voir, Voyons si c'est la même chose d'être avec les prêtres que de travailler! . . . Le Lic... avec les contremaîtres qui surveillaient et frappaient ceux qui ne pouvaient pas le faire. . . Nous pensions tous que nous allions mourir là-bas ; nous n'avions pas le droit de boire de l'eau, encore moins de nous reposer ; tout était tristesse, souffrance, angoisse ; Personne même ne se souvenait qu'il avait vécu dans le bon monde, au sein d'une famille honorable; depuis lors, la notion d'hommes est révolue ; elle devint celle des parias, des brutes... le prisonnier qui osait parler était battu à terre et insulté; l'individu qui ne pouvait se reposer avec les adobes, était fouetté et forcé d'en porter trois, et augmentait ainsi la charge, autant de fois qu'il se reposait. . . Pour nous, les insultes abondaient... Le contremaître m'a dit : Bonjour, fifi fanatique; venez voir, Voyons si c'est la même chose d'être avec les prêtres que de travailler! . . . Le Lic... Nous pensions tous que nous allions mourir là-bas; nous n'avions pas le droit de boire de l'eau, encore moins de nous reposer ; tout était tristesse, souffrance, angoisse; Personne même ne se souvenait qu'il avait vécu dans le bon monde, au sein d'une famille honorable ; depuis lors, la notion d'hommes est révolue; elle devint celle des parias, des brutes... le prisonnier qui osait parler était battu à terre et insulté ; l'individu qui ne pouvait se reposer avec les adobes, était fouetté et forcé d'en porter trois, et augmentait ainsi la charge, autant de fois qu'il se reposait. . . Pour nous, les insultes abondaient... Le contremaître m'a dit: Bonjour, fifi fanatique ; venez voir, Voyons si c'est la même chose d'être avec les prêtres que de travailler ! . . . Le Lic... Nous pensions tous que nous allions mourir là-bas ; nous n'avions pas le droit de boire de l'eau, encore moins de nous reposer ; tout était tristesse, souffrance, angoisse; Personne même ne se souvenait qu'il avait vécu dans le bon monde, au sein d'une famille honorable; depuis lors, la notion d'hommes est révolue ; elle devint celle des parias, des brutes... le prisonnier qui osait parler était battu à terre et insulté; l'individu qui ne pouvait se reposer avec les adobes, était fouetté et forcé d'en porter trois, et augmentait ainsi la charge, autant de fois qu'il se reposait. . . Pour nous, les insultes abondaient... Le contremaître m'a dit : Bonjour, fifi fanatique; venez voir, Voyons si c'est la même chose d'être avec les prêtres que de travailler! . . . Le Lic... angoisse; Personne même ne se souvenait qu'il avait vécu dans le bon monde, au sein d'une famille honorable ; depuis lors, la notion d'hommes est révolue ; elle devint celle des parias, des brutes... le prisonnier qui osait parler était battu à terre et insulté; l'individu qui ne pouvait se reposer avec les adobes, était fouetté et forcé d'en porter trois, et augmentait ainsi la charge, autant de fois qu'il se reposait. . . Pour nous, les insultes abondaient... Le contremaître m'a dit : Bonjour, fifi fanatique ; venez voir, Voyons si c'est la même chose d'être avec les prêtres que de travailler! . . . Le Lic... angoisse; Personne même ne se souvenait qu'il avait vécu dans le bon monde, au sein d'une famille honorable; depuis lors, la notion d'hommes est révolue; elle devint celle des parias, des brutes... le prisonnier qui osait parler était battu à terre et insulté; l'individu qui ne pouvait se reposer avec les adobes, était fouetté et forcé d'en porter trois, et augmentait ainsi la charge, autant de fois qu'il se reposait. . . Pour nous, les insultes abondaient... Le contremaître m'a dit : Bonjour, fifi fanatique; venez voir, Voyons si c'est la même chose d'être avec les prêtres que de travailler! . . . Le Lic... a été fouetté et forcé d'en porter trois, et a ainsi augmenté la charge, autant de fois qu'il s'est reposé. . . Pour nous, les insultes abondaient... Le contremaître m'a dit : Bonjour, fifi fanatique ; venez voir, Voyons si c'est la même chose d'être avec les prêtres que de travailler! . . . Le Lic... a été fouetté et forcé d'en porter trois, et a ainsi augmenté la charge, autant de fois qu'il s'est reposé. . . Pour nous, les insultes abondaient... Le contremaître m'a dit: Bonjour, fifi fanatique; venez voir, Voyons si c'est la même chose d'être avec les prêtres que de travailler! . . . Le Lic...  (un vieil homme) ne pouvait plus porter les briques d'adobe sur son épaule, et il les portait en s'appuyant sur sa taille. Monsieur D. Juan avait déjà une plaie au cou...; à 5 heures de l'après-midi, il n'était plus possible de marcher, c'était terrible. Le lendemain à quatre heures du matin encore aux adobes; Nous ne pouvions même pas nous lever à cause de la douleur dans nos corps. Puis le temps a été plus long que la veille, car on a travaillé sans arrêt jusqu'à midi... et on a duré comme ça jusqu'à mercredi, quand ils ont changé notre travail pour composer un chemin, ce qui était peut-être pire: il s'agissait de travailler avec des pioches et des pelles pour soulever des rochers", etc.

Naturellement, tous ces emplois ne pouvaient être assumés que par des hommes. Quant aux femmes, elles étaient destinées à cuisiner des aliments pour les prisonniers, mêlés à la crème des scélérats de leur sexe, enfermés là pour d'autres crimes énormes. D'autres, même de la meilleure condition sociale, ont été transformés en serviteurs des employés du gouvernement, dans cette horrible prison. Ces emplois n'avaient qu'à être dépassés dans la Russie de nos jours, où même des religieuses catholiques et missionnaires, originaires de pays où domine le communisme, sont déportées et enfermées dans des camps de concentration en Sibérie, et sont contraintes de travailler comme des hommes, leur faisant porter extrêmement de lourds rails sur leurs faibles épaules, pour la construction de ponts, etc. Lorsque les arrangements entre le Gouvernement et les Prélats furent enfin exécutés, Ses Excellences. M. Ruiz et Díaz, les déportés sont rentrés chez eux, épuisés, malades, tristes et angoissés, de ne pas avoir atteint la vraie paix avec leurs souffrances sans précédent. qu'ils désiraient de toute leur âme, pour la cause du Christ-Roi.

Et qui sait! Ce fut peut-être, pour certains d'entre eux du moins, un martyre plus douloureux que tous ceux qu'ils avaient endurés pendant tant de mois sur les Islas Marías.

 

 

Gloriosos martirios salidos de la guerra cristera en México (1926-1929)


 Nota. Las Islas Marías fueron descubiertas en el siglo XVI por Diego García Colio y Juan de Villagómez a finales de 1526 o a principios de 1527. Son cuatro islas.  Se localizan a unos 112 km del puerto de san Blas Nayarit dentro del Océano Pacífico fueron los mismos descubridores quienes les pusieron los nombres a las islas.

La mayor de las islas se llama María Madre (145,282 km²) tiene una altura máxima de 616 m s. n. m., y albergaba la Colonia Penal Federal Islas Marías establecida en 1905 y suprimida en 2019. Las otras islas mayores son María Magdalena (70,44 km²), María Cleofás (19,818 km²) y San Juanito (9,105 km²); la superficie total de las islas es de 244,97 km².2 En el año 2010 fueron declaradas por la UNESCO como reserva de la biosfera.

En las Islas Marías

Uno de los martirios que idearon los perseguidores romanos contra los cristianos de la primitiva Iglesia, y que a pesar del olvido o la ignorancia en que se han quedado muchos de los nombres de aquellos gloriosos héroes del Cristianismo, la historia ha recogido en globo, y referido a las generaciones futuras, para mayor esplendor de la Iglesia Católica, es la relegación de los cristianos a los duros trabajos de las minas en lejanos países, únicamente por el delito de adorar a Jesucristo como a Dios, Rey y Señor del mundo. Aquellos tiranos, muchas veces cuando en su poder caía algún cristiano de gran estima por su virtud o su cargo en la Iglesia, como el Pontífice Romano, solían añadir al destierro y el castigo de los trabajos forzados, la feroz crueldad de cortarles los tendones de la corva izquierda, a fin de que, por la cojera e inutilidad de su pierna, fuera más penoso el trabajo, aunque públicamente declaraban que aquel suplicio era para evitar que el cristiano condenado a la mina, se fugara fácilmente. ¡Siempre la mentira y la hipocresía! ¡Señal indudable de la acción diabólica! Los tiranuelos mexicanos, en cuyo haber ni siquiera podemos encontrar algo, por poco que sea, de la grandeza material de los forjadores de aquel gran Imperio Romano, los igualaron y muchas veces los superaron en sadismo y brutalidad. Y no hay que extrañarse de ello, pues una de las aspiraciones ilusorias del comunismo moderno, es el odio a la civilización, y el retorno de las sociedades a la época de la barbarie, de la que sacó al mundo la doctrina de Cristo, aplicada y enseñada por la Iglesia Católica.

Los comunistas de la primera hora, como Weishaupt, Babeuf, Bakunin, Marx y otros de su laya, afirman seriamente en sus escritos y prédicas, que el triunfo del comunismo, se señalará por la destrucción de las ciudades, de las obras de arte, de las ideas religiosas, de la propiedad individual, del respeto a la persona humana y, en una palabra, de todo cuanto constituye el orden, nacido de las ideas cristianas. Y si en la Rusia actual no se ha llegado a tanta enormidad, es porque el comunismo de los Stalin, Litvinoff, Molotov y compinches, del auténtico comunismo no conserva sino la esencia, el fondo mismo de ataque a la idea cristiana, de destrucción del orden moral cristiano; y en los disfraces con que se cubrían los fautores de la revolución comunista, han hecho tales cambios, que se ha convertido en un capitalismo, mucho más feroz que el capitalismo liberal, pero capitalismo al fin. La esclavitud de los campos de concentración dedicados a los trabajos forzados, es ya conocida de todos los que voluntariamente no cierran los ojos y los oídos a los testimonios que nos llegan de aquella misma infeliz Rusia y sus países satélites. El comunismo mexicano de la época de Calles, como ya lo oímos por el testimonio de un extranjero, Mr. Francis MacCullagh, iba llenando las prisiones de las ciudades con católicos, que por único delito tenían el haber asistido a misa o haber hecho alguna otra demostración de ser católicos, en el mismo interior de sus hogares, cuyas garantías constitucionales eran violadas descaradamente por aquellos que se decían cumplidores y defensores de la ley.  Y un buen día, el 8 de mayo de 1929, corrió la voz entre los afligidos católicos, de que aquellos "criminales", que habían oído Misa y rezado el Rosario, y estaban por ello recluidos en las cárceles de la capital, iban a ser llevados en cuerda, como los auténticos asesinos y salteadores, al penal de las Islas Marías. Entre esos ilustres presos por Cristo y su causa, había personas de todas las clases sociales, ancianos, jóvenes profesionistas, estudiantes de porvenir, señoras, señoritas acostumbradas a otra clase de vida, que la que habían llevado, durante meses quizás, en los infectos calabozos de las comisarías o inspecciones de policía. Aquellos calabozos habían sido durante esos largos meses teatro glorioso de la paciencia, la caridad, la humildad, la piedad sincera y el valor cristiano, que infunde en los corazones la fe y el amor a Jesucristo. Nada, ni una apostasía, ni una debilidad en acceder a las proposiciones impías de los verdugos y carceleros, había deshonrado a esa legión de verdaderos discípulos de Cristo. ¿Sus nombres? ¡Ay! no tengo la lista completa de ellos, y por nada de este mundo quisiera omitir en estas páginas, de modo que pareciera menosprecio, a uno solo de ellos. Dios los conoce a todos, pero yo tendré que contentarme tan sólo con los que figuran expresamente en los fragmentarios relatos que poseo. Pero lo que en elogio de éstos digo, puede y debe aplicarse a todos los que sufrieron el mismo martirio. A las doce de la noche del 8 de mayo de 1929 los jefes de las prisiones dieron la orden a todos los católicos prisioneros, que se dispusieran a salir de viaje, pues iban a llevarlos al Penal de las Islas Marías, por decreto de los cumplidores de la ley, aunque sin proceso alguno previo, ni sentencia de juez, ni nada de lo que la misma ley, con ser tan desastrosa, previene para garantía de los prisioneros. Y el convoy salió por un tren, que tenía por destino final el puerto de Manzanillo. A su paso por las estaciones del ferrocarril iría recogiendo a otros católicos, igualmente prisioneros hacía meses, por los mismos delitos, en las prisiones de los Estados. En la Cuerda que salió de México iba entre otras la célebre Madre Concepción de la Llata. En Guadalajara se le unieron tres de aquellas heroínas de las brigadas femeninas, de que ya he hablado: las señoritas Adela López, Trinidad Preciado y María de Jesús Vargas, que ya llevaban en sus cuerpos virginales las cicatrices de las heridas causadas por los bárbaros tormentos, a que las sometiera el coronel Rafael Rubio, Inspector de Policía de la capital de Jalisco. La señorita Preciado hacía tres días que había perdido el conocimiento en uno de aquellos tormentos, y para poderla sacar de la cárcel, sus verdugos lograron que volviera en sí, con un procedimiento que nadie hasta entonces había usado... ¡moviéndola como perros rabiosos, en los brazos y las piernas! Siguió el tren su camino y en todas las estaciones iban subiendo, y subiendo sin fin, los presos católicos. En Colima, a donde llegó el convoy como a las tres de la tarde, subieron a la señora María del Carmen Cruz de la población de Cómala. En Coquimatlán la señora Marciana Contreras de San Jerónimo, y las señoritas María Salomé Ortega y Marcelina Camarena y el joven Urbano Rocha. Inmediatamente, todas ellas gozosas como los apóstoles de Cristo, "porque habían sido juzgadas dignas de padecer con El y por El, se unían al rezo del Santo Rosario, que en voz alta recitaban con gran frecuencia los presos y presas durante el largo camino, interrumpiéndolo con cánticos religiosos.

A la media noche llegó la cuerda al puerto de Manzanillo. Allí los esperaba otra prisión infecta, mientras llegaba el vapor Washington, que hasta el día 13 los recibió en sus malolientes y húmedas bodegas. A las doce de aquel día, entre dos filas de soldados, habían llegado al embarcadero, y el pueblo entero los esperaba, para hacerles una manifestación de despedida, que no pudo menos de conmoverlos y de producir en los esbirros de la tiranía callista, el furor más espantoso. "¡Adiós, benditos soldados de Cristo!" "¡Adiós, dichosos mártires que sufrís por Cristo Rey!". . . "¡Adiós, adiós. . .!" '- ¡Que el Señor os dé fuerzas para sufrir por El! . . . ¡Adiós...!".

Eran las cuatro de la tarde del 14 de mayo, cuando el vapor atracaba en el embarcadero de la Isla María Madre, y en seguida fueron conducidos a un jacalón, antesala de la cárcel. No era la primera vez que aquel triste penal recibía cuerdas de católicos. Del 29 de mayo de 1927 al 24 de julio del mismo año habían sido recluidos allí, trece católicos, entre los cuales había dos ancianos. Y es, de una carta de uno de ellos, de donde voy a tomar los siguientes extractos, para dar idea de lo que allí padecían los mártires. "El domingo 29 de mayo amanecimos —dice—, frente a la Isla María Madre y a las nueve de la mañana nos bajaron del barco y nos llevaron al muelle donde nos tuvieron hasta las doce del día". Los llevaron, por fin, al jacalón, juntos y revueltos con otros criminales; y continúa la carta: "Pasaban uno a uno a un cuartito en donde estaba Barba, y allí eran desnudados y solamente les dejaban los calzoncillos y eran echados fuera. Ni yo, ni nadie sabíamos a dónde iban aquellos infelices, descalzos, sin sombrero, sin camisa, y a cada momento se oían los azotes que en el cuartito daba el capataz, porque no se desvestían pronto; se escuchaban los lamentos de las víctimas, y todo eso nos hacía estremecer. Otras veces a puntapiés y golpes eran recibidos los que entraban a desvestirse... los católicos fuimos los últimos en pasar. Yo, para evitar exigencias y azotes, violentamente pregunté qué me quitaba, y me contestó el cabo: 'todo, menos los calzones'. Lo hice en el acto y entregué el dinero que en efectivo llevaba. Salí sin saber para dónde, y sólo me guiaba por el camino que los anteriores tomaban. Me di cuenta que el destino era la cárcel. Esta era una pieza de cuatro metros por lado; la pared formada por piedras filudas, oscura, húmeda y con mucho lodo y piedras abajo; la aglomeración hacía producir un calor asfixiante... Sin comer estábamos desde la víspera . . . Pasamos aquella noche en nuestra barraca, repegados unos a otros, sin cobijas, ni ropa, sino tal como andábamos. . . Al día siguiente a las cuatro de la mañana se oyó la diana, y se escucharon voces que decían: arriba, bribones, se acabó la buena vida. Nos formamos y fuimos al rancho, que tampoco tomamos. Ordenó el director que fuéramos al baño... nos tuvieron esa mañana de asueto ... A las tres de la tarde nos llevaron a cargar adobes, que pesaban 25 kilos cada uno . . . la distancia es de más de seiscientos metros. . . Fue aquella tarde terrible; de a dos adobes debía cargar cada uno, y al trote de coyote, con los capataces vigilando y golpeando al que no podía hacerlo. . . Todos creíamos que nos íbamos a morir allí; no se nos permitía tomar agua, ni mucho menos descansar; todo era tristeza, sufrimiento, angustia; ya ni quien se acordara de que había vivido entre la buena sociedad, en el seno de una familia honorable; se acabó desde entonces la noción de hombres; se convirtió en la de parias, brutos... el preso que se atrevía a hablar, era tirado al suelo a golpes e insultado; el individuo que no pudiendo con los adobes descansaba, era azotado y obligado a cargar en adelante tres, y así aumentaba la carga, tantas veces cuanto descansaba . . . Para nosotros los insultos abundaban … El capataz me dijo: ¡Hola, fanático fifí; ¿éntrele parejo, a ver si es lo mismo estar con los curas que trabajar! . . . El Lic...  (un anciano) no podía ya con los adobes en el hombro, y los llevaba recargados en la cintura. El Sr. D. Juan, tenía ya una llaga en el cuello ...; a las 5 de la tarde ya no era posible andar, aquello era terrible. Al día siguiente a las cuatro de la mañana otra vez a los adobes; no nos podíamos ni levantar por lo adoloridos del cuerpo. Entonces el tiempo fue mayor que la víspera, pues trabajamos sin parar hasta las doce... y así duramos hasta el miércoles, en que nos cambiaron el trabajo para componer un camino, lo que fue tal vez peor: se trataba de trabajar con zapapicos y palas para levantar peñascos", etc.

Naturalmente todos estos trabajos sólo podían soportarlos los hombres. En cuanto a las mujeres, fueron destinadas a hacer la comida de los presos, revueltas con la flor y nata de la canalla de su sexo, allí confinada por otros enormes delitos. Otras, aun de la mejor condición social, fueron convertidas en sirvientas de los empleados del gobierno, en aquel horrible penal. Sólo habían de ser superados estos trabajos en la Rusia de nuestros días, en donde hasta las religiosas católicas y misioneras, de los países en que domina el comunismo, son deportadas y encerradas en los campos de concentración de Siberia, y las obligan a trabajar como los hombres, haciéndolas cargar sobre sus débiles hombros rieles pesadísimos, para la construcción de puentes, etc. Cuando se llevaron por fin a cabo los arreglos entre el Gobierno y los Prelados, Excmos. Sres. Ruiz y Díaz, volvieron los deportados a sus casas, exhaustos, enfermos, tristes y angustiados, por no haber alcanzado con sus sufrimientos inauditos la verdadera paz. que desearon con toda su alma, para la causa de Cristo Rey.

Y ¡quién sabe! acaso éste fue, para algunos de ellos por lo menos, un martirio más doloroso que todos los que durante tantos meses habían sufrido en las Islas Marías.


 

 

 

lunes, 3 de julio de 2023

¡No Digas, Hijo, ¡no Digas . . .! ANECDOTAS DE LA GUERRA CRISTERA EN MEXICO (1926-1929).


Estimados lectores muchas gracias por tomarse la molestia en leer mis artículos que suman más de 3,000 gracias a Dios, traducidos últimamente a cuatro idiomas ¡Cuánto me gustaría hablar estos idiomas!

Por desgracia no estoy inscripto a ninguna plataforma para llegar a más lectores por falta de recursos económicos ya que, desde el principio fue concebido como algo gratuito, esperando solo la recompensa divina. Pero ustedes pueden difundirlos entre sus conocidos tan solo mencionen la fuente sabiendo que la unión hace más grande la difusión de las verdades divinas.

Hace ya 100 años en que se inicio la lucha por la libertad religiosa en México, aunque, para ser mas exactos, 1923 solo fueron prolegómenos de lo que en 1926-29 fue ya la guerra propiamente dicha. Estos artículos que esporádicamente aparecerán en el blog son con el fin de recordar a los católicos mexicanos que México es católico y Guadalupano y que nuevos retos nos esperan en la actualidad ante un gobierno que quiere no solo descristianizar nuestra nación sino también en hundirla bajo la bota comunista como anteriormente lo quisieron hacer. Hoy como ayer los pocos o muchos católicos que quedamos, solo Dios lo sabe, digamos no, ¡No digas, Hijo, ¡no digas! Como si Nuestra Señora de Guadalupe nos dijera: ¡Hijo, no lo permitas, no lo permitas!

Aquella mañana fresca y alegre del 29 de enero de 1927, por las

polvorientas callejuelas de un suburbio de Guadalajara, un humilde chicuelo del pueblo, de camisita y pantalón muy usados, caminaba presuroso, con sus pies descalzos, rumbo a la escuela, como lo indicaba una especie de zurrón, que llevaba colgado al hombro, en el que se podía adivinar un manojo de libros o cuadernos.

Su nombre lo ignoro, pero Dios lo sabe: y los hechos que voy a referir me han sido garantizados por una carta de un notable sacerdote misionero del Corazón de María, que andaba entonces por aquellos rumbos.

De vez en cuando, al toparse con algún transeúnte, que iba también presuroso a su trabajo, el chico se detenía, y le ofrecía una hoja suelta, un periodiquito de combate llamado Desde mi Sótano . . . muy difundido por todas partes en propaganda, del que los enemigos de Cristo llamaron el "ridículo boycot", arma elegida entonces, por la "Liga Defensora de la Libertad Religiosa", para obligar a los gobernantes a cesar en su insensata persecución a los católicos, y que con toda su "ridiculez", puso en un brete a los perseguidores, hasta el punto de que el diputado Gonzalo Santos, declarara en la misma Cámara, que aquello "que llamamos ridículo boycot es algo muy serio".

Los transeúntes miraban la hojita que les daba aquel vivaracho y simpático chiquillo, y al verlo, rápidamente, sin rechazarlo, pero con toda prudencia, se lo guardaban en la bolsa para leerlo después.

Pero quiso Dios, que uno de aquellos transeúntes con quienes el niño se encontró, y al que tendió valientemente la hojita de propaganda, fuera uno de esos esbirros de la tiranía, especie de espías disimulados, malos mexicanos, que, por unos cuantos centavos, vendían al perseguidor sus conciencias.

Ver de lo que se trataba y agarrar por el brazo al muchacho, abrir su zurrón y sacar de él, en vez de libros, un paquete de las dichas hojas, todo fue uno.

—¿Quién te dio esto?

Pero el niño, por toda respuesta, se le quedó mirando, desafiante y sereno.

—¿No me lo dices? Pues ya verás cómo lo dices en la Comisaría. Vamos.

Y sin soltarlo del bracito, lo llevó hasta la oficina del Comisario de Policía.

El chico iba pálido, pero sereno.

El Sr. Comisario acababa de tomar su abundante desayuno y se encontraba satisfecho, sentado en su sillón ante la mesa de la Comisaría, contemplando las volutas del humo de su oloroso cigarrillo.

—¿Qué me traes ahí? —preguntó al esbirro que traía al niño.

—A este chamaco, que anda repartiendo en las calles estas porquerías, y no quiere decir quién se las ha dado—, respondió, echando sobre la mesa el paquete de propaganda.

—Pero a mí sí me lo vas a decir, ¿verdad? Yo soy el Comisario.

El chico cruzó sus bracitos a la espalda; miró impertérrito al policía y selló sus labios.

—Si no me lo dices te voy a zurrar un poco, ¡ya verás! Si se hubiera convertido el muchacho en una estatua de piedra, no hubiera guardado mayor firmeza en su actitud, y mayor silencio.

—¿Eh?, ¿no me lo dices?, pues ya lo verás. —Y levantándose cogió su fuete, que tenía sobre una de las sillas cercanas, y dio con él un tremendo latigazo al inocente, quien sólo lanzó un gemido de dolor.

 

Ante tal actitud el Comisario redobló dos o tres veces sus golpes, y como no venciera al chico, entre él y el esbirro, le arrancaron su pobre camisa y pantaloncitos y en carne viva redoblaron los golpes hasta amoratarle las espaldas.

—¡No sea malo, señor! ¡No sea malo!, ¡no me pegue así!, —lloraba el niño.

—Pues dime quién te dio esa propaganda, y no te pegaré más.

El niño apretó sus labios y aun cesó de lamentarse, para que no se le fuera a salir una palabra comprometedora.

Admirado, pero no arrepentido el Comisario, por la entereza del chico, dejó de azotarlo, le ordenó se vistiera, y le dijo al esbirro:

—Enciérralo en esa pieza vecina. Ya vendrá su madre a buscarlo y veremos entonces si habla o no habla.

En efecto, la madre del niño, que desde temprano era presa de un presentimiento doloroso e inexplicable, llegado el medio día y no viendo volver su hijo, como siempre lo hacía, satisfecho y alegre de haber ayudado en la medida de sus posibles a la buena causa, salió a buscarle.

No faltó algún conocido o vecino, a quien la pobre mujer preguntaba si no había visto al niño por casualidad, que le dijera que temprano había visto al chicuelo de las señas que daba la madre, ser llevado del brazo por un hombre en dirección de la Comisaría.

Diole un vuelco el corazón, porque adivinó que lo habían atrapado en su valiente comisión, y volviendo rápidamente a su casa preparó algo de comida para llevársela al chico, considerando que tal vez lo tendrían arrestado por algunas horas o un día cuando más, y el niño ya tendría hambre.

Corrió anhelante hacia la Comisaría con su pobre envoltorio, y se presentó al Comisario, preguntándole si tenía allí a su chico, pues le habían dicho que lo habían detenido por una travesura.

El policía sonriente, porque no se había equivocado en su previsión de que la madre del niño vendría a buscarlo, le dijo:

—No es una travesura cualquiera, señora. Es que andaba repartiendo papeles subversivos de la maldita "Liga" de los católicos; y tenemos necesidad de saber quién le dio a repartir esa propaganda; y el chico no quiere decirlo.

—Yo se la di, señor —dijo la madre, aturdida por aquella revelación de la causa principal del atropello al inocente.

 

—Eso no es cierto, señora. Usted no podía tener esos papeles sin que otra persona o personas se los hayan dado, y usted o el chico nos van a decir ahora, quiénes son los que la dan a repartir.

Y dando orden al esbirro, que se había presentado nuevamente en la oficina, para que trajera al muchacho, lo sacó éste de su encierro.

Presentóse el niño todo lloroso y doliente ante los ojos de su pobre madre, que comprendió inmediatamente lo habían atormentado, y lo bendecía ya en su interior por su noble actitud.

—A ver —exclamó el Comisario—, dígale usted a su hijo, que nos denuncie aquí mismo quiénes son esas personas, o voy a hacer ante usted un escarmiento, del que habrán de acordarse siempre.

Miró el niño a la madre y la madre miró al niño. Uno al otro se fortaleció con esa mirada de firmeza sin igual. . . y ¡ambos callaron!

—No lo dicen, ¿eh? Pues ahora lo verán.

Y volvió a desnudar al chico. La madre se echó a llorar amargamente al ver las amoratadas espaldas del niño, y más aún cuando vio al bárbaro policía levantar el látigo para reanudar los golpes. Ciega, valiente, como leona herida, se lanzó para interponerse entre el látigo del salvaje policía y su hijito; pero el otro esbirro estaba preparado, y agarró fuertemente a la mujer, que forcejeaba inútilmente por desprenderse de las garras de aquel bárbaro.

—Nada más digan quiénes son los que les dieron los papeles, y todo está acabado —gritó el Comisario golpeando con furor al pobrecito.

—¡No le pegue! —gritó la mujer—, ¡pégueme a mí, si es hombre, y no a un niño!

—Pues que diga . . .

Y entonces algo increíble sucedió, algo que debió resonar en el Cielo como resonaron en otro tiempo las voces de la madre de los Macabeos alentando a sus hijos al martirio. . . —¡No digas, hijo. . . no digas. . .! —clamó la madre entre un torrente de lágrimas. . .

El Comisario, furioso por haber sido vencido por una mujer y un niño, soltó el látigo, y cogiendo al niño por los bracitos se los retorció con furia, hasta que se los quebró ... El niño cayó desmayado.

Entonces el Comisario, asustado, le dijo a la madre:

—Vieja infame . . . llévese a su hijo ... tal por cual . . .

La madre se lanzó inmediatamente a levantar el cuerpo del chiquillo y abrazándolo con trabajo lo cargó sobre sus hombros, y salió como loca de la Comisaría, para ir a curarlo en su pobre vivienda. Lo cubrió  con su rebozo, pues estaba desnudo y sangriento. . . Y corría, corría. . . repitiendo como un estribillo

sublime. . . ¡No digas, hijo. . . no digas! En un momento dado, el cuerpecillo del mártir se estremeció sensiblemente, y la madre doliente, poniendo en su acento toda la ternura de su heroico

corazón. . . le repitió angustiada: ¡No digas, hijo. . . no digas!

Cuando al llegar a su casa depositó en la pobre camita el cuerpo llagado de su hijo. . . ¡estaba muerto!

 

 

miércoles, 18 de marzo de 2020

El MARTIRIO DEL BEATO ANACLETO GONZALES FLORES. M. CRISTEROS


Resultado de imagen de anacleto gonzalez flores
ANACLETO GONZALES FLORES

Porque allí está, en esa clara visión de la deplorable situación a que nos había reducido el liberalismo triunfante en nuestra patria, y del deber de todo hijo de la Iglesia Católica de defender su fe y el libre ejercicio de sus derechos, abandonando la actitud pasiva de más de medio siglo de los católicos, frente a frente del enemigo que en ella encontraba su mayor fuerza, la causa de esa actitud gallarda de luchador cristiano, que asumió el "Maistro Cleto" desde su misma juventud.

"Porque si continuamos como hasta ahora, entregados al éxtasis en nuestras casas e iglesias y no procuramos luchar también ahora, el próximo cataclismo nos dejará a los cuatro vientos, y tendremos que sentarnos como el célebre Mario, a llorar sobre las ruinas de nuestros hogares, por no haber querido combatir en todas las vías y en todos los caminos por donde galopan los corceles del ejército del mal.
"Procuremos hallarnos en todas partes con el casco de los Cruzados” y combatamos sin tregua con las banderas desplegadas a todos los vientos".
He querido citar tan largamente al mismo Anacleto, periodista y maestro de acción, tanto para explicarnos la razón fundamental, que él admirable y justamente señala, de la causa por que en un pueblo católico como el nuestro, pudo tener lugar la terrible explosión de la conspiración contra el orden cristiano, o sea la persecución anticatólica de los callistas, que hizo entre los mexicanos tantos mártires; como para exponer con sus mismas palabras, el espíritu que animaba a este futuro mártir de Cristo, y que le movía a realizar de una manera esplendorosa su vocación de "apóstol católico seglar".
Porque allí está, en esa clara visión de la deplorable situación a que nos había reducido el liberalismo triunfante en nuestra patria, y del deber de todo hijo de la Iglesia Católica de defender su fe y el libre ejercicio de sus derechos, abandonando la actitud pasiva de más de medio siglo de los católicos, frente a frente del enemigo que en ella encontraba su mayor fuerza, la causa de esa actitud gallarda de luchador cristiano, que asumió el "Maistro Cleto" desde su misma juventud.
Si los católicos, a la caída del Partido Conservador, tras el infeliz ensayo del Imperio de Maximiliano, no se hubieran retirado doloridos y desalentados de la palestra; si hubiera habido entre nosotros desde aquel entonces algunos "Maistros Cletos" como éste, México no hubiera pasado por las horas amargas de la persecución.
No fue ciertamente Anacleto González Flores, el único mexicano que pensaba así, acerca de la culpabilidad de los católicos mismos, por su desaliento en la lucha contra las fuerzas del mal, de la terrible situación a que nos había reducido el laicismo liberal.
El Lic. Miguel Palomar y Vizcarra fue, si no el primero, sí de los primeros que se enfrentaron contra la "cuestión social", para resolverla, de acuerdo en un todo, con las enseñanzas del inmortal León XIII. Anacleto tenía en esos momentos sólo diez años de edad.
En la capital de la República, el año de 1913, un grupo de jóvenes valientes, bajo la inspiración y dirección del P. jesuita Bernardo Bergoend, había dado principio a la inmortal A.C.J.M., que en los años de su existencia forjó tantos caracteres varoniles, lanzándolos a la lucha por Dios y por la Patria. Anacleto tuvo conocimiento de ello, y se entusiasmó hasta el punto de que quiso, con todo empeño, establecer un grupo de dicha Asociación, en la capital y el Estado de Jalisco. En ella veía la realización de uno de sus sueños dorados más vehementes, porque en la juventud había puesto todas sus esperanzas generosas, para el mejor futuro de México. Así fue cómo en 1916, en unión con otros jóvenes sus amigos de "La Gironda" y sus discípulos, dio principio al grupo jalisciense, del que naturalmente él fue constituido jefe.
Estaba bien preparado para ello, y durante once años, fue como una prolongación de su hogar y el centro de sus principales actividades religiosas y patrióticas.
Cuando llegó la hora de que contrajera matrimonio con una destacada y piadosa señorita de la sociedad tapatía, fue en el oratorio de la casa donde se reunía la Asociación, donde se empeñó en contraerlo, y apenas su primogénito tuvo la edad requerida, fue inscrito por él, en el número de sus Vanguardias.
Por su parte la A.C.J.M. lo ha considerado siempre y lo considerará en lo futuro, como uno de sus más destacados elementos y jefes.
Aun antes de establecerla, había ya hecho, como si dijéramos, ensayos fructuosos de ella, con la formación de varios círculos de estudios de historia, apologética, sociología, oratoria, etc., tales como los llamados "Agustín de los Ríos" y "Aguilar y Marocho", y él los animaba, dirigía, les daba certeras direcciones, resolvía con gran competencia las objeciones en toda la materia de aquellos estudios.
Y no sólo en el mero orden intelectual, se dedicó al cultivo de la juventud.
Estableció también un cuerpo de carácter militar, al que dio el nombre de "Patriae Falanx" (La falange de la Patria) en la que los jóvenes se entrenaban en el servicio militar y los ejercicios deportivos, destinados a fortalecer
Estableció también un cuerpo de carácter militar, al que dio el nombre de "Patriae Falanx" (La falange de la Patria) en la que los jóvenes se entrenaban en el servicio militar y los ejercicios deportivos, destinados a fortalecer el cuerpo. Soñaba con llegar a establecer una verdadera "Guardia Nacional" preparada a todo evento.
Presentóse por entonces a Anacleto, una dificultad gravísima, capaz de echar por tierra todos sus grandes proyectos. Ya muy adelantado en sus estudios para la abogacía, el Gobierno dio una de esas llamadas leyes, destinadas a vejar a los católicos, y aun de carácter retroactivo. De buenas a primeras, decretó que no eran válidos los estudios preparatorios que no se hubieran hecho en los colegios oficiales, y de tal modo y con tanta malignidad, que era preciso al candidato a una profesión, volver a estudiar todo lo ya pasado y aprendido, para acomodarse al nuevo plan de estudios.
Otro, que no hubiera sido Anacleto, se hubiera desesperado, por tantos años perdidos, aunque tenía la conciencia de haber hecho unos estudios, más que suficientes, y con provecho, en el Seminario. Anacleto se resignó y volvió a comenzar aquellos estudios, que le retrasaban inútilmente en su carrera.
Y vencido, con el tesón y la constancia que ya le conocemos, el obstáculo, logró al fin recibirse de abogado.
No era, por cierto, esa profesión, adquirida a costa de tantos trabajos y sudores, desvelos y miserias, algo que considerara como un remedio a su pobreza y un comienzo de prosperidad material. Jamás Anacleto se preocupaba por eso. Él lo que quería era hacerse un hombre útil a la causa de Dios y de la Patria, a la que había consagrado su vida. No le faltaron ocasiones en el México oficial corrompido, de aquel tiempo, para lograr una posición económica, más que regular. Pero jamás quiso ocuparse de negocios sucios, aun bien remunerados, y estimó como una grave injuria, que se le hacía, la proposición de uno de esos agentes de las logias, para entrar en la masonería, que deseaba contar entre los de "los tres puntos" a un hombre de sus talentos, y arrastre; ya que ella —la secta— se comprometía a darle uno de esos jugosos puestos en la política, destinados, como sabemos, a los hijos de la viuda.



martes, 18 de febrero de 2020

El MARTIRIO DEL BEATO ANACLETO GONZALES FLORES. M. CRISTEROS

Resultado de imagen de ffotos e imagees de anacleto gonzales flores
 BEATO ANACLETO GONZALES FLORES
"No hemos nacido, se decía, únicamente para comer frijoles, sino para trabajar por el bien de la sociedad, de nuestros hermanos, por el progreso intelectual y moral, especialmente de todos los hijos de una misma patria, por el honor y glorificación de Dios, y la consecución del último fin para que fuimos creados".

Y empezando desde luego a realizar su ideal apostólico, las tardes de los domingos, antes de la serenata, reunía a los desarrapados chicuelos de la aldea, los llevaba a pasear a las afueras de la población, para al mismo tiempo enseñarles el Catecismo.
No faltó entre los pudientes de Tepatitlán, alguno que notara los nuevos rumbos de la vida del simpático rebocero, y le propuso caritativamente, nada menos que el objeto de sus deseos de tanto tiempo atrás, llevarlo al Seminario de San Juan de los Lagos, y costearle todos los gastos de sus estudios.
Y así fue cómo en septiembre de 1908, cuando tenía ya los veinte años, se separó de los suyos para ingresar en el Seminario, no con el anhelo de hacerse sacerdote del Señor, para lo que no tenía vocación, sino para convertirse en apóstol seglar culto, futuro guía de una juventud que, como la suya hasta entonces, vagaba sin rumbo fijo por los eriales de la patria mexicana.
Anacleto era uno de esos caracteres viriles, que cuando se proponen algo no descansan ni aflojan en su constancia hasta conseguir su objeto, por más dificultades que se les atraviesen.
Había ido al Seminario de Lagos a estudiar, y comenzó a hacerlo de tal modo y con tal aplicación, que a los tres meses, con asombro de sus compañeritos, niños todavía de pantalón corto, se vio al hasta ayer obrero inculto, y de veinte años de edad, poder sostener una conversación en latín con su profesor. Y así siguió con tal aprovechamiento que al año siguiente ya podía substituir a algún profesor que por cualquier motivo faltara a su clase.
Fue entonces cuando sus compañeros, admirados, le pusieron el sobrenombre del "Maistro", que le venía tan bien, y era tan revelador de la personalidad de Anacleto, que se le quedó para siempre.
"Es insólito e inexplicable humanamente", escribía D. Efraín González Luna, su pariente y testigo de su vida. "Sólo una vocación providencial especialísima es la clave de la vida de Anacleto".
"Su infancia está rodeada de un medio sin tradición, sin horizontes, sin nada que trascienda de una mediocridad muy limitada. Ni la intensa pulsación de la religiosidad, ni la audacia y energía en la acción, ni el anhelo intelectual, ni la apostólica generosidad, pudieron tener en los suyos y en su medio, un punto de partida, o siquiera un punto de apoyo. Todo lo empujaba a una modesta y estéril oscuridad. La pobreza, que él amó siempre a pesar de haber sido duramente pobre, y de que pudo dejar de serlo sin grandes esfuerzos, le impuso en la adolescencia el yugo bendito del oficio manual.
Luego, músico ínfimo de su pueblo natal, encontró en éste, que no deja de ser un oficio para elevarse a un arte, ocasión para vislumbrar el mundo de la belleza, con atisbos humildes que nunca olvidó y que probablemente fueron el germen de su constante devoción estética".
Del Seminario de Lagos, pasó a estudiar la preparatoria, al de Guadalajara, siempre protegido por sus buenos amigos, que por las espléndidas calificaciones que obtenía en todos sus exámenes veían en él algo prometedor para la patria. Con el mismo éxito terminó sus estudios en el Seminario y en 1913 se matriculó en la Escuela Libre de Leyes de la capital tapatía.
Unido a otros estudiantes de diversas materias, de varias poblaciones de Jalisco, formaron una casita humilde bajo la dirección de una pobre vieja a la que llamaban cariñosamente doña Giro (doña Gerónima) y a la casa tanto por esta circunstancia, como por formar todos los estudiantes una especie de partido de oposición a las ideas revolucionarias, le pusieron el nombre de "La Gironda", como los célebres oposicionistas de la Revolución Francesa.
Y entonces Anacleto, ya con bastantes conocimientos, comenzó también a dar clases de Apologética e Historia, en algunos Colegios particulares, y así a ganar algún dinero, para las necesidades de su vida de estudios. Inmediatamente que logró esto se apersonó con sus protectores de los años pasados, para darles las gracias por su caridad y rehusar en adelante aquella ayuda, que ya por sí mismo podía encontrar en su trabajo.
No trato de escribir una biografía completa del "Maistro" Anacleto.
Otros, y entre ellos, Efraín González Luna y Antonio Gómez Robledo, sus amigos y testigos, ya la han hecho, y por cierto los dos últimos admirablemente.
Gómez Robledo, sin embargo, con una fina ironía, critica la formación escolar de aquellos tiempos, prefiriendo los métodos modernos, a los estudios clásicos.
No es lugar éste para discutir la excelencia y superioridad de un método sobre el otro. El hecho es que Anacleto en el estudio y formación por medio de los clásicos de la antigüedad, templó su alma y fortificó sus ideales de algo mucho más grande y noble, que no la prosperidad económica, ideal éste general en la gran mayoría de los jóvenes que se forman con los métodos modernos. Él se levantaba mucho más alto que el amor a los bienes de la tierra, a algo más digno del hombre. Era si se quiere un Quijote, en comparación con los Sancho Panza de nuestra moderna juventud. "No hemos nacido, se decía, únicamente para comer frijoles, sino para trabajar por el bien de la sociedad, de nuestros hermanos, por el progreso intelectual y moral, especialmente de todos los hijos de una misma patria, por el honor y glorificación de Dios, y la consecución del último fin para que fuimos creados".
Tenía una vocación especial de "apóstol seglar" y naturalmente, Dios que lo llamaba a eso, le había dado las cualidades requeridas para el mejor desempeño de su misión, cualidades que no trató de ocultar como aquel hombre de los talentos de la parábola, sino que puso en acción, como los otros de la misma parábola, alabados por Jesucristo.
Ya le hemos visto desde su conversión dedicarse en los tiempos libres a reunir rapazuelos para enseñarles el catecismo; y esta ocupación le era tan querida, que en los años posteriores durante sus estudios no la abandonó nunca.
En Guadalajara ideó un arbitrio curioso para reunir a los chicos de la vecindad.
En una de las ventanas de la casa de "La Gironda", logró colocar un viejo fonógrafo que pagó poco a poco con sus exiguas entradas. Las tardes de los domingos lo ponía a funcionar temprano, y los muchachos, atraídos por la novedad y la destemplada música del fonógrafo, se reunían poco a poco frente a la morada estudiantil; cuando ya había un número suficiente los invitaba tan entusiasta y atractivamente a entrar en el patio, que pocos lo rehusaban, y entonces con habilidad suma e interés creciente, les explicaba el Catecismo por un buen rato, para terminar con otra audición fonográfica.
La situación general de nuestra patria, dominada desde los tiempos de Juárez por el laicismo liberal, era algo que no podía soportar, y le llenaba de amargura, sobre todo con la consideración de que, en gran parte, los culpables de aquello eran los mismos católicos.
Oigámosle a él mismo, en un bello artículo, que escribió en un periódico fundado por él, La Palabra, porque también esgrimió la poderosa arma de la prensa, contra los enemigos de Dios y de la Patria: —-"Si hemos de ser sinceros y deseamos sanar —escribe en su artículo Hacia todos los vientos—, debemos empezar por reconocer, que nada nos ha perjudicado tanto, como el hecho de que los católicos nos entreguemos a vivir con éxtasis en nuestros templos, y abandonemos todas las vías abiertas de la vida pública a todos los errores.
"En lugar de haber estado en todas partes, especialmente allí donde hicieron su aparición los portaestandartes del mal, nos encastillamos en nuestras iglesias y en nuestros hogares. Y allí estamos todavía.
"Nos parece que baste rezar, que basta practicar muchos actos de piedad, y que basta la vida del hogar y del templo para contrarrestar la inmensa conjuración de los enemigos de Dios.
"Y les hemos dejado a ellos la escuela, la prensa, el libro, la cátedra en todos los establecimientos de enseñanza, les hemos dejado todas las rutas de la vida pública y no han encontrado una oposición seria y fuerte por los caminos por donde han llevado la bandera de la guerra contra Dios.
"Y han logrado arrebatarnos a la niñez, a la juventud, a las multitudes, a todas las fuerzas vivas de la sociedad con rarísimas excepciones. Y nos han arrebatado todas esas fuerzas, porque, claro está, que con nuestra acción recluida dentro de nuestros templos y de nuestras casas, no hemos podido defender, no hemos podido amurallar el alma de las masas, de los jóvenes, de los viejos y de los niños.
"Y tenemos necesidad urgentísima de que nuestros baluartes se alcen, dentro y fuera de nuestras iglesias y de nuestros hogares, para que cada corazón, cada alma, nos encuentre en plena vía pública para conservar los principios, que hemos sembrado en lo íntimo de las conciencias, dentro del santuario del hogar y del templo.
"Y si la guerra contra Dios se ha enconado furiosamente en la calle y en todas las vías públicas, y si las paredes de nuestras iglesias han tenido que sufrir duros golpes, ha sido fundamentalmente porque la acción de los católicos se ha limitado a hacerse sentir dentro de los templos y las casas.
"Y urge que en lo sucesivo, el católico rectifique radicalmente su vida en este punto y tenga entendido que hay que ser soldados de Dios en todas partes: iglesias, escuelas, hogar; pero sobre todo allí donde se libran las ardientes batallas contra el mal.